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INFORMATIVO

27/04/2020 Mioma, pólipo e cisto: entenda as diferenças e tratamentos

Miomapólipo e cisto são problemas ginecológicos recorrentes em mulheres em idade reprodutiva. Às vezes, causam sintomas semelhantes, como cólicas abdominais, sangramento menstrual aumentado e até dificuldade para engravidar. No entanto, diferem quanto à tipologia e ao órgão onde se desenvolvem, exigindo cuidados e tratamentos distintos. Saiba mais sobre essas doenças:

Mioma

É um tumor uterino benigno formado por tecido muscular. O tratamento varia de acordo com o tamanho, a gravidade dos sintomas e a região no útero onde se desenvolve. Por estar associado à produção hormonal, pode regredir com o uso de anticoncepcionais que bloqueiam a liberação natural de estrógeno. Nos casos de miomas que alcançam grandes dimensões, pode ser indicada a retirada cirúrgica: por videolaparoscopia, quando os tumores estão no meio da parede uterina (intramurais) e fora dela (subserosos), ou por videohisteroscopia, para os que crescem dentro da cavidade uterina (submucosos).

Pólipo

Pólipos endometriais são tumores benignos que se originam das células do endométrio e projetam-se para dentro da cavidade uterina. Apesar de apresentarem baixo potencial de tornarem-se câncer, a retirada via videohisteroscopia cirúrgica é recomendada. Nos casos de suspeita de malignidade, a videohisteroscopia diagnóstica é o exame chave, pois permite a visualização do canal do colo do útero e a retirada de material para biopsia, se necessário.

Cistos

Enquanto mioma e pólipos surgem no útero, cistos são bolsas líquidas que se formam no ovário. Na maior parte são funcionais e desaparecem espontaneamente. No entanto, quando possuem componentes sólidos, como é o caso do cisto dermóide (teratoma), requerem maior atenção. Para evitar que cresçam, afetem estruturas ou provoquem torção ovariana, pode ser indicada a retirada por videolaparoscopia, procedimento cirúrgico minimamente invasivo.

Segundo a Dra. Ana Maria Morato Gagliardi, tanto cistos de ovário como pólipos e miomas uterinos precisam ser devidamente avaliados e acompanhados. “Cada caso deve passar por avaliação criteriosa, pois a conduta de tratamento depende do quadro clínico, gravidade dos sintomas e desejo reprodutivo de cada paciente”, explica a ginecologista da Scope.

A consulta médica periódica é fundamental para o diagnóstico de problemas, logo no início. Cuide-se, faça exames preventivos regularmente e evite complicações futuras.

A Scope atua no diagnóstico e tratamento de patologias ginecológicas através de técnicas modernas e minimamente invasivas. https://www.scopegineco.com.br/mioma-polipo-e-cisto-entenda-as-diferencas-e-tratamentos/

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